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Não, não é que eu não queira.

05/04/2009

É que, talvez, eu não consiga. Lembra o quanto eu me machuquei no passado? Por não poder confiar? Nele, nela, em todos eles? É por isso. Medo de não poder confiar. Em você, nas tuas palavras. Medo de você fazer de novo. Me jogar pra escanteio de novo. Ser rude, me fazer sentir daquele jeito de novo. E é por isso. Porque se acontecer de novo, vai ser porque eu deixei você se aproximar de novo. E meu coração aperta só de escrever isso.

Medo.

É, eu sei, você vai dizer que “quem não arrisca, não petisca”. Eu lembro. Só que agora eu estou arriscando muito mais.

Minha razão não queria nem que eu respondesse o e-mail, mas o nó na garganta e as minhas borboletas de estimação (aquelas que ficam no meu estômago) têm controle sobre os meus atos motores, e foram eles – o nó e as borboletas – que responderam seu e-mail com a proposta. A razão ficou braaaava…!

Não posso lhe prometer absolutamente nada sobre como te tratarei. Nem agora, nem nunca. Nem posso antecipar quais serão minhas reações as suas palavras e seus atos. A única coisa que prometo é que vou tentar.

E a proposta era sim pra você. Vamos conversar.

Ouvindo: Madonna – The Power of Goodbye (Dens54 Vascoteel Remix)

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