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É nisso que dá!

21/05/2008

Lá pelos idos de 1999, eu comecei a trabalhar em uma empresa de teleinformática. Até então eu não sabia nada de computadores… O máximo que eu conseguia era digitar C:\WIN no DOS para entrar no Windows (lembram disso?! tinha que digitar WIN no DOS para o Windows funcionar?!). Bom, então… comecei a trabalhar lá e fui aprendendo sobre computadores, redes, telefonia… Mal sabia eu que um dia estaria traduzindo sobre isso.

E, depois da faculdade, comecei a traduzir manuais de impressoras e de servidores, traduzia softwares e lidava com hardwares. Formatava computadores, instalava programas, gerenciava redes como se fosse a coisa mais normal do mundo.
Agora estou aqui, trabalhando em casa, continuo traduzindo todas essas coisas… mas, como agora eu sei manter o meu computador, de acordo com meu pai, eu não preciso de ajuda… é o que ELE pensa.

Semana passada, no meio de um projeto enorme, meu computador resolve dar um piti e começa a parar… Eu tentei, eu juro, de tudo para que ele continuasse bonzinho até o final do projeto; mas ele não foi compreensivo o suficiente e, na sexta-feira, pane geral! Formatei o bichinho: ele começou bem, mas a internet não funcionava… De repente: ele simplesmente me deixou na mão. Desligou total! Foi-se, faleceu, abotoou o casaco de madeira! Mórreu!

Eu surtei! Ainda tinha mais de metade do projeto para terminar e ele: nada! Mandei mensagem para uns quatro amigos, tentando, desesperadamente, ver se algum deles poderia me emprestar o computador deles por um dia… eu já estava perdendo as esperanças.

Dei um tempo para o computador se recompor (e para eu me recompor também, porque neste ponto eu já tinha tido um derrame e estava com início de ataque cardíaco) e voltei aqui. Antes de ligá-lo, conversei calmamente com ele, solicitando compreensão, pedindo que me deixasse trabalhar (sim, eu converso com meu computador, argumento com ele como se ele fosse uma criança de seis anos). Liguei e, voilá, ele funcionou! Mas eu tive que formatá-lo, de novo!

Já eram 4h da manhã e eu estava a ponto de ter uma crise de choro. E, então, me ocorreu que os problemas poderiam ser de incompatibilidade de softwares com o Windows (claro, porque incompatibilidade e Windows estão sempre na mesma frase, é quase que obrigatório usar as duas palavras juntas numa sentença!). Instalei somente os softwares necessários para o trabalho e não é que deu certo?! Terminei o trabalho e só agora, depois de dois dias com o computador desligado, estou lidando com ele novamente.

Hoje vou tentar, uma última vez, reinstalar todos os programas de que eu preciso, vou tentar descobrir o que é que está causando a incompatibilidade, vou tentar deixá-lo tão bonitinho como quando eu instalei os softwares pela primeira vez. Vou ser a minha própria técnica em computadores. Se não der certo, amanhã vou procurar um técnico bom e barato, de preferência aqui perto de casa, e vou largar mão – definitivamente! – de tentar economizar uns trocados.

É nisso que dá ser pão-dura!

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