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Diário de viagem: África do Sul

26/04/2008

Parte I

Sim: África do Sul!

Alguns de vocês podem pensar: “mas que raio ela foi fazer no fim do mundo?!”, bem, para começar, não é o fim do mundo e eu fui, principalmente, para comemorar o aniversário do meu pai (16/04). E tive tantas boas surpresas por lá… mas alguns contratempos também.

Vamos começar com o roteiro da viagem?

Desembarcamos em Johannesburg, para visitar o parque Pillanesberg (procurem no Google Earth, ele é enorme!), depois fomos a Durban e, de lá, a Port Edward de carro. A última parada era novamente Johannesburg, de onde partiríamos, no dia seguinte, para São Paulo.

Onze horas de viagem, quatro filmes e duas refeições de avião depois estávamos em Johannesburg pela primeira vez.

Quarenta minutos na fila da alfândega, sono acumulado de dois dias, fome, vontade de café, esteira de malas, “onde é a saída?”, Mário -o sul-africano que fala português angolano-, espera pelo café (“ai, que demora!” repetido 200 vezes), confusão para entrar no carro. Pronto, estamos no caminho para Pillanesberg.

Primeira descoberta: lá a mão de direção é inglesa, portanto ficamos um pouco perdidos nos primeiros minutos de estrada. Dá uma impressão de que você está no lado errado da estrada…! Paramos, uma hora depois, em um mercado (Chameleon Village) que mais parecia a 25 de Março: eletrônicos, brinquedos, roupas, bijuterias, todo o tipo de tralha e tranqueira imaginável. Dois cigarros e uma visita ao banheiro depois, tornamos a entrar no carro em direção ao hotel Kwa Maritane, no Parque Pillanesberg. Dormi durante a segunda metade do caminho, até quase a entrada do hotel (o sono era muuuuiiiito!).

Check-in no hotel, desembarque das malas, “obrigado, Mário, nos vemos na volta!”, vontade de café, sono, muito sono, chegada até o quarto, ufa! (Percebam a cara de cansaço do meu pai…)

Uma breve análise do quarto (mesmo porque, com o cansaço que eu sentia, não conseguia fazer muito mais do que uma breve análise): Foto 1, foto 2, foto 3, foto 4 (vista da parte inferior do “quarto”*), foto 5, foto 6 (vista da parte superior do “quarto”*). Enfim, almoço! Almoçamos no hotel mesmo. Segunda descoberta: a comida deles é maravilhosa! Muito bem temperada, variada, fresca. Hummmm, e o café, delicioso! Tudo de melhor. E essa era a parte que mais temíamos: a comida é sempre um problema quando viajamos para outros países.

Depois do almoço, não agüentei e fui dormir (sono de dois dias acumulado, lembram?!). Meu pai dormiu um pouco, foi jantar e voltou a dormir. Acordei perto da uma da manhã, comi uma sopa que meu pai tinha trazido para mim e voltei a dormir. Acordei só no outro dia, às oito (e acho que teria dormido mais, se não fosse a imensa fome que sentia)!

Não estava calor, não estava frio, estava gostoso, mas não dava para entrar em piscina ou ficar tomando sol. Pra nós estava bom pra usar calça e camiseta, mas para o povo que vem dos países nórdicos, estava um calorão, aparentemente.

Safári! Fizemos um safári! O passeio começou às 16h e percorremos o parque Pillanesberg em um carro aberto. O tempo estava ameno, né? Pois é, mas à noite esfriava bastante. Vimos zebras, lagartos, impalas, céus maravilhosos, um elefante lá longe, rinocerontes bem pertinho, gnus, um javali, paisagens magníficas, pássaros, hipopótamos, reflexos inacreditáveis, leões (que não conseguimos tirar foto porque já estava muito escuro) e passamos muito, muito frio! Foi fenomenal! Lindo! Amei! À noite jogamos dominó e Banco Imobiliário, num tabuleiro que possuía instruções em inglês e holandês (!).

No terceiro dia de viagem fomos visitar uma espécie de zoológico chamado Predator World. Vimos leões, hienas (elas fedem muuuuuiiiiito), lagartos, cobras, suricatas. Mas a melhor parte foi brincar com os leõezinhos! Leõezinhos de um e dois meses! Coisa mais fofa!!!

No dia seguinte fomos visitar um complexo de hotéis, próximo ao parque, chamado Sun City, infelizmente não tiramos muitas fotos lá, é muito bonito, mas tem pouca coisa para fazer se não é verão. Almoçamos de frente para um campo de golf, visitamos o hotel Cascades, vimos muitos macaquinhos, e voltamos para o hotel.

No dia seguinte, dia de voltar ao aeroporto e ir à Durban, a natureza nos brindou com um campo de girassóis, um dos principais produtos produzidos na região, mercado Chameleon Village, algumas lembrancinhas e aeroporto.

O restante da viagem fica para a segunda parte do Diário.

Quem quiser ver todas as fotos, clique aqui.

* Coloquei a palavra quarto entre aspas porque, no meu conceito, aquilo estava mais para casa do que para quarto.

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